sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Eu!



Não sei se esta crônica será divertida ou instrutiva. Porque hoje vou falar de um cara que pode ser considerado chato e sem graça, mas que para mim é uma pessoa espetacular e lindão: Eu!
Acho que, as pessoas que acessam meu blogue e não me conhecem, ou aquelas que me conhecem pouco, devem ter um mínimo de curiosidade de saber como eu sou. E como domingo é meu aniversário, “me dou” este presente, homenageando a mim mesmo. Entretanto, não vou colocar aqui meu currículo, mas se alguém se interessar, já que estou sem emprego fixo, é só me falar que mando por e-mail.
Eu sou casado e tenho dois filhos. Não gosto muito de expor a família na internet, sem bem que com redes sociais, mesmo com opções de restrição, sempre há alguma exposição. Também tenho três cachorros, Sultão, Lambrusco e Falua. E agora, a mais nova integrante da casa, a Ranilda, que é uma rã que de vez em quando vem usufruir da minha piscina. Ela entrava e não conseguia sair, logo, eu tinha que tirá-la. Hoje ela já tem autonomia. Eu coloquei um pedaço de madeira, tipo uma ilha flutuante, para que ela possa usar de apoio e sair. E não é que a danada aprendeu! Depois a mal agradecida some por um tempo sem telefonar, passar mensagens ou escrever no meu mural do Facebook. Já pensei em fazer um convite para jantá-la, mas ela ainda é meio magricela. Precisa comer muito mosquito antes de pular para minha panela. 


Voltando a mim...
Eu nasci em Porto Alegre no hospital Beneficência Portuguesa, que na época era um dos poucos da cidade. Minha família é de classe média. Eu já tive o padrão de classe média alta, mas nos últimos anos estou para classe média cada vez mais baixa. Choradeira a parte, eu tive uma infância muito feliz, uma boa estrutura e muito amor dos pais. Ocorreram as tradicionais brigas com irmãos, mais com minha irmã do que com meu irmão, por incrível que pareça, mas isto tudo não passou de amor de manos.
Eu fui criado em apartamento logo era fera em jogo de botão, War e Detetive, mas bolinha de gude e pião era e sou uma negação. Neste último eu nem sei enrolar a cordinha no dito cujo. E é até bom nem tentar para não ter o risco de furar o pé.
Naquele tempo, os computadores existiam somente em empresas e exigiam muito espaço. Videogame então, ninguém sabia que um dia existiria, nem mesmo Atari e Odyssey que apareceram quando eu já tinha uns 20 anos. Ah! Mas, tinha o Telejogo. Só os mais antigos sabem daquele aparelhinho preto acoplado a uma caixinha de madeira de tom marrom, com dois botões giratórios, que produzia uma imagem de fundo preto com linhas brancas e o som tuc tuc tuc conforme a bolinha ia e voltava.


Porém, em dois esportes de rua eu era bom. No futebol, onde eu não chegava a ser um craque, mas me destacava, tanto é que joguei na seleção dos dois colégios que estudei, e no jogo tacos. Neste, eu era o cara. Nunca perdi uma partida independente da dupla. As vezes, só para poderem ganhar, me davam um parceiro “mão de pau”, mas mesmo assim, não tinha jeito, o jogo era meu.
No colégio fui relativamente bem. Estudava o suficiente para ser aprovado. Peguei algumas recuperações, principalmente no segundo grau, hoje ensino médio. Porém, nunca repeti de ano. 
Movido pela emoção e influência da família, que tem médicos, no meu primeiro vestibular escolhi medicina. Não passei porque não estava bem preparado. Foi até bom, porque meu negócio é números, sempre gostei de matemática. Então fui aprovado em Análise de Sistemas no ano seguinte. Da minha turma, fui um dos quatro alunos que se formaram no prazo correto, em oito semestres.
Quanto às empresas que trabalhei, conforme falei mais acima, mando no meu currículo para quem interessar.
Meu time é o Internacional. Espero que eu não perca leitores por causa disto, mas prometo que não vou falar (muito) mal do time adversário. Melhor! Nem vou tocar no assunto.
Meus ídolos, tirando minha família, são Airton Sena, Guga Kuerten e P.R. Falcão. Meus atores preferidos são José Wilker, Sean Connery, Adriana Esteves, Claudia Abreu, Giovanna Antonelli e ela, a maravilhosa Angelina Jolie. Entre os filmes de minha preferência destaco Malícia, Risco Duplo e Dormindo com o Inimigo. Mas, em geral gosto dos tipos policial, mistério e suspense e claro 007 - James Bond, principalmente se for com o Sir Sean. Os filmes do último ator, aquele alemão sem graça, não gostei muito.
Eu gosto de músicas diversas, mas meus cantores são Shakira (suspiro), Fagner, e podem rir a vontade, Sidney Magal.
Os livros prediletos são: Conde de Monte Cristo e Admirável mundo novo.
Quando eu comecei a escrever e o por que, vocês  podem ler na minha primeira  postagem, O início.
A minha inspiração, coisa que muitos me perguntam, vem de tudo que é lugar. Histórias de amigos e as minhas próprias, brincadeiras, ideias tiradas de livros, filmes, novelas, claro que neste caso de cenas isoladas que geram outras ideias para não ser plágio. Elas vêm de acontecimentos e vontades como o Karaokecídio, e também, de outros desejos, opiniões, pedidos de amigos, frases e etc.
As ideias estão em todos os lugares que passamos ou frequentamos. O que conta é a criatividade e a inspiração para captá-las e depois desenvolvê-las.
Parece simples né? Mas é! Só que a pessoa precisa ter vontade e gostar de escrever.
Eu uso muito a técnica de misturar história com estória. É bom porque, além de mexer com a imaginação dos leitores, um acontecimento verdadeiro pode e dá inspiração para uma ficção. Mas, as “his” e as “es” também são contadas em particular. Eu também gosto de expressar minha opinião sobre assuntos atuais ou assuntos antigos que acho importante mencionar. E normalmente, este tipo de texto gera polêmica. Considerando todos estes estilos é que surgiu o nome do blogue.
A crônica que mais tem a cara do meu blogue é “Bater ou não bater eis a questão”. Não por ser a minha preferida, mas sim porque ela é uma mistura de ficção, realidade e confusão. A primeira parte é verdadeira, portanto uma história. Claro que levando em consideração a minha narrativa e não o que as minhas amigas me disseram, pois na verdade, elas estavam tirando uma onda com a minha cara. A segunda parte onde entra a Ritinha, é ficção, portanto uma estória. Para dar o troco na zombaria delas, eu mandei a primeira parte para o site de um escritor que publicou em forma de brincadeira. Mas, muitas mulheres não gostaram e reagiram negativamente gerando muita polêmica. Logo, esta crônica é a cara de Histórias, estórias e outras polêmicas.
Quem não leu eu recomendo. Aliás, recomendo todas. 
O ser humano é meio preguiço para ler. Mas, se fosse um vídeo comigo subindo em um poste com o traseiro de fora e nele pintado a bandeira do Brasil e ainda eu cantando esganiçadamente “para nossa alegria” aposto que eu ia ser recordista de acessos. Olha ai pessoal, não falei que as ideias estão em todo lugar. Quem sabe esta?
- O que meu amor? ...  Ah tá bom... Não não, estou só brincando.
Desculpe pessoal. Era minha esposa dizendo “menos querido, menos” .
Bom, acho que deu. Já sabem um pouco mais de mim.
Quem quiser saber mais é só perguntar.
Ah! E não esqueçam de mandar o e-mail para que eu possa enviar o currículo. 

23 comentários:

  1. O marketing é a alma do negócio! Rsss

    Fabi

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    1. Será que fiz muito marketing para te conquistar?
      Eu te amo meu amor!

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  2. Muito prazer em conhecê-lo! kkkk
    Abraço!

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  3. que legal viva nosso mes!!!!!!!!!!!!!
    felicidades tudo de bom,segui meu blog,ja estou seguindo o seu.
    http://pinkbelezura.blogspot.com/

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  4. "Depois a mal agradecida some por um tempo sem telefonar, passar mensagens ou escrever no meu mural do Facebook." Você lembrou de olhar no MSN? Vai que a coitada não está muito antenada.

    Muito bom o texto'

    1000 outras Histórias
    www.1000outrashistorias.blogspot.com.br

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    1. Levando em conta a causa mortis da coitada da para notar que ela era bem tapadinha mesmo.
      Mas não tinha nada no msn - rsss.

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  5. Ah que bacana escrever sobre si...

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    1. Sabe que eu nunca gostei muito?
      Mas, até que consegui.

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  6. Espetacular!! Muito bom poder falar do passado.

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  7. Oi claudio foi muito bom saber um pouquinho mas sobre vc. um abraço

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  8. Claudio,
    Ficou demais saber um pouco sobre você e sua família e sobre você em tudo. Ah! se os computadores existissem pras famílias e não as empresas rs. Não esquecendo que com todo conteúdo do seu blog eu aprendi a apreciar a leitura aqui. Pois voce escreve Hisórias e Estórias muito bem.

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  9. Bela apresentação.

    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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