Os
raios de sol penetram pelos buracos da veneziana beliscando meus olhos.
Vejo
ao lado ela destapada mostrando sua silhueta que me enlouquece.
Louco
para beijar seu rosto, sua boca, querendo acaricia-la dos pés à cabeça, mas não
quero tirá-la do sono suave que a faz parecer um anjo.
Então,
meus olhos a acariciam de cima a baixo quase capotando nas suas curvas.
Tenho
que resistir para não acordá-la. Aí que me levanto, pois estou perdendo o
limite da resistência.
Ela
abre os olhos e pergunta: “Já vai levantar?” e se vira de costas.
Eu
respondo para mim mesmo: “Agora não mesmo” e me deito encaixando a conchinha.
Fico
alguns minutos e decido sair porque pensei: “Não vou conseguir resistir”

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