Sob o sol que a rua ilumina
Lá vem ela com elegância
Pra ela minha visão se destina
que exibe beleza com exuberância
Caminhar com modesta e sutil dança
Que mais parece um desfile
Nos olhos de quem não se cansa
Não há quem melhor brilhe
A calçada vira sua passarela
A ponto de meu folego tirar
Não há moldura que prenda essa tela
Nem que impeça o meu olhar
Suas curvas traçam o norte
Tirando o meu equilíbrio
Num sorriso, a minha sorte
Para meu total delírio
Seu telefone, eu suplico
Pedindo com leve agonia
Ela diz em tom pacífico
Quem sabe qualquer dia
E logo que ela se afasta
Meus olhos a seguem pela rua
Até que sua sombra se apaga
Enquanto minha mente flutua
Para mim sobra a saudade
Só me resta fazer poesia
Para aliviar minha ansiedade
Porque fiquei só na fantasia.

Grande poeta 👏👏👏meu amigo
ResponderExcluirBonito meu amigo
ResponderExcluirMeu poeta preferido!
ResponderExcluirshow, parabéns pela escrita, dançar com a rima, é uma tarefa que me estima
ResponderExcluirExcelente. Está de parabéns
ResponderExcluirAinda bem que a moça da gravura parece sua esposa! Se não vc iria ter que colocar nos versos que apanhou...
ResponderExcluirIsa amei é fantástico de verdade
ResponderExcluirLinda poesia amigo..
ResponderExcluirAna Lúcia parabéns muito lindo tudo perfeito
ResponderExcluirFantástico, a moça se parece com a Fabrícia! 👏🏻👏🏻👏🏻
ResponderExcluir👏👏👏👏
ResponderExcluirMuito legal... lembrei de alguém alguém 😞😞🤣🤣
ResponderExcluirParabéns
MUITO ótimo!!!
ResponderExcluirEssa é historia ou estoria ? Muito legal (Pedro)
ResponderExcluirSensacional Chamun!! Um abraço!! Gil
ResponderExcluirMaravilhosa poesia,
ResponderExcluirFantástica gravura 👏
Que coisa mais linda!!❤️
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